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RESENHA: JOHNNY PANIC E A BÍBLIA DE SONHOS

11 de dezembro de 2020

JOHNNY PANIC E A BÍLIA DE SONHOS
Autor(a): Sylvia Plath
Editora: Biblioteca Azul

Páginas: 450
Ano de publicação: 2020
Compre o exemplar clicando aqui

Conhecida por seus poemas e pelo romance A redoma de vidro, Sylvia Plath escreveu desde muito cedo para revistas e jornais literários. Seus textos passaram a ser organizados em livro somente quinze anos após a sua morte.
Johnny Panic e a Bíblia de Sonhos e outros textos em prosa, com apresentação da escritora canadense Margaret Atwood (O conto da aia), reúne os contos reproduzidos na primeira publicação deste livro, em 1977, outros posteriormente liberados pela mãe da autora, além de textos jornalísticos e trechos de seus diários. Os textos que compõem a obra cobrem um período de 14 anos — os mais antigos são de quando a autora tinha 17 anos e o último, “Blitz de neve”, detalha os últimos dias de vida de Sylvia.

 

Fala galera do Porão Literário, tudo certo? Hoje minha resenha é do livro Johnny Panic e a bíblia de sonhos e outros textos em prosa, lançado pela Biblioteca Azul. O livro é de autoria de Sylvia Plath e tem tradução de 



Qual o melhor método pra conhecer um autor ou uma autora do que ler seus manuscritos e anotações? Johnny Panic e a Bíblia de Sonhos traz uma seleção de contos, poemas e fragmentos de Sylvia Plath, uma das poetisas mais aclamadas no século XX.


Esse foi meu primeiro contato com a autora, conheço seu nome e sua importância no cenário da literatura mundial, mas nunca tive contato com a sua obra e nem com seu (único) texto em prosa publicado, intitulado A Redoma de Vidro, portanto minha curiosidade por conhecer o trabalho da Plath me deixou MUITO animado para começar a ler essa compilação. 


No próprio prefácio do livro (escrito por ninguém menos que Margaret Atwood), temos uma percepção maior a respeito da importância daqueles contos e fragmentos que leremos a seguir, realmente Atwood nos prepara para algo grandioso, mas ao mesmo tempo muito íntimo: os textos de Plath. 

Apesar de terem sido escritos sem a intenção de serem publicados, acredito eu que não existe oportunidade melhor de mergulhar do universo da autora do que essa. Seja pelo conto que dá título ao livro ou um trecho de seu diário pessoal, a poesia parece inundar as páginas e fazer tudo ao redor florescer. 



Plath não encontrou o sucesso de seus textos enquanto estava entre nós, sua obra ganhou atenção pela crítica e pelo público após a sua morte, mas é inegável que seu texto seja atemporal. A delicadeza e genialidade de sua escrita é muito particular e único a ela, podemos notar tudo isso pela forma como ela lida com o dia-a-dia, como ela desfragmenta a rotina e cria algo completamente novo a partir dela. 

Meu pedido é que você se aventure na poética e na prosa de Sylvia, e descubra a profundidade de seus textos por conta própria.
 



Um comentário:

  1. Eu só tinha lido ou ouvido o nome de Sylvia pelo mundo literário,mas admito que não li nada dela ou sobre ela.
    Por isso, fiquei encantada com sua resenha e essa oportunidade única de sentir um pouco de toda essa sensibilidade passada de geração em geração!
    Já é um livro desejado!!
    beijo

    Angela Cunha/O Vazio na Flor

    ResponderExcluir



Olá leitores e leitoras! Meu nome é Leonardo Santos, tenho 24 anos, sou de São Paulo mas atualmente estou em Minas Gerais cursando Letras! Minha paixão pela leitura começou desde muito cedo, e é um prazer compartilhar minhas leituras e experiência com vocês!

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