28 de abril de 2026

RESENHA: O RUGIDO DO LEÃO



Organizadores: Pedro Augusto da Silveira
Editora: Talentos da Literatura Brasileira
Ano de publicação: 2022
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Após “Sob o Trópico de Capricórnio” e “Entre o Aquário e o Peixe”, o terceiro livro da trilogia “O Lado Quente do Ser” fecha a lemniscata que representa a vida de Ricardo Buíse, bauruense nascido na década de 1960. Depois dos intensos anos de convivência com Renato, um homem apaixonado e apaixonante, o protagonista precisa decidir qual caminho trilhar: ou permanece fiel ao seu marido ou se entrega a Gustavo, seu amor dos tempos de faculdade. Escolhendo a segunda opção, terá como bônus Dinho, filho do homem mais lindo do mundo, um menino esperto, espontâneo, feliz e cheio de vida.Tendo, mais uma vez, o cancioneiro popular brasileiro como trilha sonora, “O Rugido do Leão” aborda diversos temas profundos tais como fidelidade, conflitos familiares, bissexualidade, transfobia, família LGBT e autoaceitação, tendo, como cenário, a extraordinária década de 1990, com todas as suas delícias e mazelas.Conseguirá nosso protagonista, finalmente, a paz e a felicidade com que tanto sonhou? Não deixe de ler para descobrir.


Fala galera do Porão Literário, tudo certo? Hoje minha resenha é do livro O Rugido do Leão, terceiro volume da trilogia O Lado Quente do Ser, escrito por Pedro Augusto da Silveira.

RESENHA: A BRUXA DAS MÁQUINAS



Organizadores: K. B. Garves
Editora: A Velha Sofia 
Ano de publicação: 2026
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Esta obra de ficção-científica fantástica, publicada pela A Velha Sofia Editora em 2025, mescla perfeitamente gêneros como sci-fi, fantasia, filosofia e geopolítica. O livro leva o leitor a acompanhar a jovem Hannah, o epicentro de uma guerra mundial e de um conflito mental épico entre a inteligência artificial I.A.-27 e uma poderosa bruxa milenar. Esta edição chega em formato premium de capa dura com laminação fosca, garantindo alta durabilidade e sofisticação na sua estante. O miolo, impresso em papel pólen de alta gramatura e a fonte um pouco maior que o comum, proporciona uma experiência de leitura extremamente confortável para os olhos.


Fala galera do Porão Literário, tudo certo? Hoje minha resenha é do livro A Bruxa das Máquinas, escrito por Kleisson Borges Garves. O livro foi publicado pela editora A Velha Sofia e a resenha foi escrita por Leonardo Santos. 

ENTREVISTA COM DÊNNIS PENNA CARNEIRO




Olá pessoal do Porão Literário! Hoje vou compartilhar com vocês uma entrevista feita com Dênnis Penna Carneiro, autor de A Cidade de Giges.

Vamos ao post, mas antes: Compre o livro clicando aqui  

TRÊS MOTIVOS PARA LER "INSULAR"

 


Olá pessoal do Porão Literário! Hoje vou compartilhar com vocês três motivos para ler o livro Insular: Fascínio Além do Litoral, da autora Graziela Izauro da Silva. 

No cotidiano insular habita um fascínio por mistérios anunciados e previsíveis ocultos. Em São Francisco do Sul, uma península ou “ex-ilha” de Santa Catarina, Helen, uma jovem, afro e luso-descendente, traz em sua essência uma estreita ligação com a natureza, a religiosidade, o misticismo, a cultura e a ancestralidade. Sob o encanto das melodiosas ondas do Atlântico, ela vive com Júlio César e João Pedro, relacionamentos de pulsão magnética extasiante, de energias contrárias que se atraem e se repelem, com uma expectativa vulcânica em que fogo e água se colidem em busca do fôlego perpétuo: o ar. Em meio à guerra da poluição ambiental, pactos, promessas, preconceitos, profecias, ritos, festas sagradas e pagãs, fatos da região se fundem com o imaginário fantástico do povoado insular, viventes de uma ilha que já não existe e onde forças além da nossa compreensão oferecem uma encantadora história de amor. Não resista ao transe ofertado: permita-se. 

1. A forma como a ancestralidade é tratada de maneira direta e com impacto real na narrativa

O que mais me prendeu foi perceber que a ancestralidade aqui não é só um detalhe de construção de mundo, ela interfere de verdade na história. A trajetória da Helen não pode ser separada do passado da família dela, principalmente quando o livro traz esse resgate histórico que envolve perseguição, apagamento e transmissão oral. Isso ganha ainda mais força quando entra a diferença entre as origens que foram documentadas e aquelas que se perderam, criando um contraste que diz muito sobre identidade no Brasil. Não é um tema jogado, é algo que estrutura a narrativa.

2. A construção de um espaço que vai além de cenário e influencia diretamente os personagens

São Francisco do Sul não aparece só como pano de fundo. A cidade interfere nas relações, nos conflitos e até na forma como os personagens se comportam. Existe uma preocupação em mostrar o cotidiano insular com tudo o que ele carrega: questões sociais, problemas com drogas, relações familiares e esse sentimento constante de isolamento e pertencimento ao mesmo tempo. Eu senti que o livro entende bem esse espaço e usa isso para fortalecer a história, sem precisar forçar nada.

3. O equilíbrio entre o cotidiano e o místico sem precisar explicar tudo o tempo inteiro


Uma das coisas que mais funcionaram para mim foi como o elemento místico é inserido. Ele não chega de forma expositiva nem tenta se justificar o tempo todo. Vai aparecendo aos poucos, integrado à vivência da Helen, como parte natural daquele universo. Isso mantém a leitura fluida e evita aquela sensação de quebra quando o fantástico entra na história. Ao mesmo tempo, cria uma camada a mais de interpretação, porque nem tudo precisa ser explicado para fazer sentido dentro da proposta do livro.

E aí, ficou curioso? Comece agora mesmo a ler esse livro! 



27 de abril de 2026

TRÊS MOTIVOS PARA LER "BENDEGÓ"

 



Olá pessoal do Porão Literário! Hoje vou compartilhar com vocês três motivos para ler o livro Bendegó, escrito por Francisco Gabriel Rêgo

Em seu segundo livro, Francisco Gabriel Rêgo constrói uma metáfora histórica a partir do meteorito Bendegó e de seu transporte pelo sertão da Bahia, no final do século XIX. À medida que acompanhamos o deslocamento desse objeto sideral pela vasta paisagem do sertão baiano durante a primeira expedição científica brasileira, somos apresentados, por meio de uma linguagem primorosa e imaginativa, às transformações das estruturas profundas da sociedade brasileira, resultantes do fim do período imperial, e às repercussões imediatas e futuras do processo de construção de um povo. Trata-se de um livro que aborda, ao mesmo tempo, a memória, as relações de poder, a relação entre geografia e ser humano, e o funcionamento social e político de uma nação em construção. Mas também é uma exploração linguística intensa e elegantemente elaborada sobre os problemas da formação dessa subjetividade nacional.
 

22 de abril de 2026

TRÊS MOTIVOS PARA LER "FLORES AZUIS NÃO VÃO PARA O CÉU"



Olá pessoal do Porão Literário! Hoje vou compartilhar com vocês três motivos para ler o livro Flores Azuis Não Vão Para o Céu, publicado pela MKT Produções. O livro é de autoria de André Alvez 

Entrar na obra de André Alvez é navegar do cotidiano à magia em um instante. É descobrir mundos paralelos, âmbitos secretos que sua percepção de narrador nos desvela como algo natural. É adentrar a esse mar escuro sem saber ao certo o que vai encontrar. Tornamo-nos cúmplices de suas palavras desnudando os mistérios, construindo imagens que se sucedem, levando-nos a outro tempo e espaço. Entretanto, o que mais surpreende nesse universo surreal é reconhecer que o humano é o núcleo do fantástico experimentando novas e impossíveis formas de existir...
 

21 de abril de 2026

TRÊS MOTIVOS PARA LER "A CIDADE DE GIGES"

 



Olá pessoal do Porão Literário! Hoje vou compartilhar com vocês três motivos para ler o livro  cidade de Giges, do Dennis Penna Carneiro

Na pequena cidade de Giges, uma erva daninha cresce, não das que costumeiramente vemos, mas sim da pior espécie: a erva daninha das ideias.Éthos, o bibliotecário da cidade, vê-se obrigado a aventurar-se nos meandros políticos para tentar salvar sua tão amada biblioteca.O que ele não espera é que seus adversários usariam o natural e o sobrenatural para manterem-se no poder.A paz da cidade está ameaçada. Até que ponto somos bons? Agiríamos da mesma forma caso soubéssemos que não haveria punição? Os cidadãos gigenses estão prestes a descobrir as respostas e, talvez, possam não gostar do resultado.
 

RESENHA: A CIDADE DE GIGES



Organizadores:  Dennis Penna Carneiro 
Editora: Independente
Ano de publicação: 2016
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Na pequena cidade de Giges, uma erva daninha cresce, não das que costumeiramente vemos, mas sim da pior espécie: a erva daninha das ideias.Éthos, o bibliotecário da cidade, vê-se obrigado a aventurar-se nos meandros políticos para tentar salvar sua tão amada biblioteca.O que ele não espera é que seus adversários usariam o natural e o sobrenatural para manterem-se no poder.A paz da cidade está ameaçada. Até que ponto somos bons? Agiríamos da mesma forma caso soubéssemos que não haveria punição? Os cidadãos gigenses estão prestes a descobrir as respostas e, talvez, possam não gostar do resultado.

 

Fala galera do Porão Literário, tudo certo? Hoje minha resenha é do livro A cidade de Giges, do Dennis Penna Carneiro.

RESENHA: BENDEGÓ



Organizadores:  Francisco Gabriel Rêgo
Editora: Relógio de Papel 
Ano de publicação: 2026
Compre através desse link

Em seu segundo livro, Francisco Gabriel Rêgo constrói uma metáfora histórica a partir do meteorito Bendegó e de seu transporte pelo sertão da Bahia, no final do século XIX. À medida que acompanhamos o deslocamento desse objeto sideral pela vasta paisagem do sertão baiano durante a primeira expedição científica brasileira, somos apresentados, por meio de uma linguagem primorosa e imaginativa, às transformações das estruturas profundas da sociedade brasileira, resultantes do fim do período imperial, e às repercussões imediatas e futuras do processo de construção de um povo. Trata-se de um livro que aborda, ao mesmo tempo, a memória, as relações de poder, a relação entre geografia e ser humano, e o funcionamento social e político de uma nação em construção. Mas também é uma exploração linguística intensa e elegantemente elaborada sobre os problemas da formação dessa subjetividade nacional.

 

Fala galera do Porão Literário, tudo certo? Hoje minha resenha é do livro Bendegó, escrito por Francisco Gabriel Rêgo. O livro foi publicado pela editora Relógios de Papel e a resenha foi escrita por Leonardo Santos. 

20 de abril de 2026

RESENHA: FLORES AZUIS NÃO VÃO PARA O CÉU



Organizadores:  André Alvez 
Editora: MKT Produções 
Ano de publicação: 2026
Compre através desse link

Entrar na obra de André Alvez é navegar do cotidiano à magia em um instante. É descobrir mundos paralelos, âmbitos secretos que sua percepção de narrador nos desvela como algo natural. É adentrar a esse mar escuro sem saber ao certo o que vai encontrar. Tornamo-nos cúmplices de suas palavras desnudando os mistérios, construindo imagens que se sucedem, levando-nos a outro tempo e espaço. Entretanto, o que mais surpreende nesse universo surreal é reconhecer que o humano é o núcleo do fantástico experimentando novas e impossíveis formas de existir.

 

Fala galera do Porão Literário, tudo certo? Hoje minha resenha é do livro Flores Azuis Não Vão Para o Céu, publicado pela MKT Produções. O livro é de autoria de André Alvez e a resenha foi escrita por Leonardo Santos. 

Leonardo Santos



Olá leitories! Meu nome é Leonardo Santos, tenho 28 anos, sou de São Paulo mas atualmente estou em Guarulhos cursando Letras! Minha paixão pela leitura começou desde muito cedo, e é um prazer compartilhar minhas leituras e experiência com vocês!

Equipe do Porão

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Organizadores: Pedro Augusto da Silveira Editora: Talentos da Literatura Brasileira Ano de publicação: 2022 Compre através   desse link...

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