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RESENHA: DESTRUIDOR DE MUNDOS

29 de junho de 2021

 


DESTRUIDOR DE MUNDOS
Autor(a):  Victoria Aveyard
Editora: Seguinte

Páginas: 560
Ano de publicação: 2021
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Ano após ano, Corayne assiste sua mãe, uma célebre pirata, partir para o alto-mar e desbravar todos os reinos de Todala, sem jamais poder acompanhá-la. Quando um misterioso imortal e uma assassina de aluguel aparecem dizendo que ela é a última descendente viva de uma poderosa linhagem ― e a única pessoa capaz de salvar o mundo de um perigo iminente ―, ela aproveita a chance para ir em busca de sua própria aventura. O problema é que o perigo é muito maior do que ela imaginava: um homem sedento por poder, determinado a reabrir os portais que, no passado, levavam para outros mundos, povoados por criaturas sinistras. Com a ajuda de um grupo de bandidos e maltrapilhos, Corayne terá de provar que o heroísmo pode surgir até nos lugares mais inesperados.
 
Fala galera do Porão Literário, tudo certo? Hoje minha resenha é do livro Destruidor de mundos lançado pela editora Seguinte. O livro é de autoria de Victoria Aveyard.


Destruidor de mundos é a mais nova aposta de Victor Aveyard para os fãs de alta fantasia. Da mesma autora da série "A Rainha Vermelha", Aveyard nos oferece uma jornada épica que ocorre no continente de Todala. 

Continente esse que sofre a repressão de Taristan e Ronin, uma dupla que propaga o caos pelos reinos e incita a morte de milhares. Em contra resposta, uma força é enviada para impedir a dupla vilanesca, todavia o que testemunhamos logo no prólogo é que o povo de Todala subestimou os poderes de ambos, assim, a dupla se saí vitoriosa graças a uma emboscada realizada. 

Este prólogo, no entanto, tem como um dos principais personagens o jovem Andry, um simples escudeiro que serve a um dos cavaleiros que é morto durante a emboscada. Andry é obrigado a fugir do local com um item valioso em posse, uma espada lendária que por pouco não caí na mão de Taristan. 


Do outro lado do continente nós conhecemos Corayne an-Amarat, filha de uma famosa pirata do porto lemartano, a menina tem um enorme desejo de se provar uma grande aventureira tal qual sua mãe, mas passa seus dias na beira do porto vivendo uma rotina relativamente pacata enquanto espera sua mãe voltar de suas expedições.

Conforme a narrativa avança o destino faz o caminho desses dois - e alguns outros - personagem se cruzarem, visto que a última tentativa de acabar com Taristan não deu muito certo, um improvável grupo de guerreiros surge para impedir que o vilão consiga atingir seu objetivo: abrir um portal entre as realidades para então destruir todas elas. 

Vamos lá... Essa leitura foi especialmente difícil para mim, isso porque já fazia um bom tempo em que não pegava um épico de fantasia para ler! É bem comum em livros desse gênero a criação de um mundo complexo, com diversos personagens de famílias longas, criação de territórios com diversos nomes e classificações... Tudo isso precisa ser introduzido aos poucos para quem estiver lendo, assim dá tempo de absorver tudo e ir "decorando" as coisas. 


E isso não acontece em "Destruidor de mundos", pra começar já temos um prólogo com excesso de informações (além de ser dolorosamente longo), isso já me deixou confuso logo nas primeiras páginas, confesso. Não coloquei muitas informações a respeito da história da minha sinopse pois não quer confundir o leitor e tirar a atenção do que realmente importa: a história! 

Esta, em si, é bem boa! Victoria realmente consegue criar um épico em suas quase que 600 páginas. Por mais que demore para entrarmos no ritmo da leitura (que sim, eu considerei maçante em vários trechos), a autora consegue criar um mundo com uma mitologia rica, um aspecto político bem interessante e personagens complexos!


Sei que este é o primeiro livro de uma trilogia e acredito MUITO que os próximos livros são bem superiores a este, já que temos toda a ambientação já feita. Enquanto aos plots, eu me surpreendi com alguns (o que tira o elemento maçante que eu falei anteriormente por um período de tempo).

Já com relação a edição, a editora Seguinte fez um trabalho incrível com a diagramação do livro, me ajudou muito o tamanho e espaçamento do texto que contém a história, de verdade, acho que foi por isso que eu não desisti no começo do livro!

Um comentário:

  1. Victor, a dualidade que sentiu na leitura, não é privégio apenas seu, pois tenho lido algumas outras resenhas que tem decepcionado muito os leitores e fã da autora, esperavam algo parecido com os livros anteriores. De qualquer forma, parece um livro intrigante de ser lido.
    cheirinhos
    Rudy

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Olá leitores e leitoras! Meu nome é Leonardo Santos, tenho 24 anos, sou de São Paulo mas atualmente estou em Minas Gerais cursando Letras! Minha paixão pela leitura começou desde muito cedo, e é um prazer compartilhar minhas leituras e experiência com vocês!

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