Olá pessoal do Porão Literário! Hoje vou compartilhar com vocês uma entrevista feita com Maya Lygya, autora de ENRIQUEÇA DESTRAVANDO SUAS EMOÇÕES:: 7 Passos para Alinhar Emoções com Finanças e Viver com Equilíbrio e Abundância.
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1No livro você fala bastante sobre como traumas da infância moldam nossa relação com o dinheiro. Em que momento da sua vida você percebeu que precisava revisitar essas memórias para conseguir prosperar?
"Não houve um momento específico, mas sim uma série de resultados frustrantes ao longo do tempo. Eu trabalhava de forma extrema, mas tinha pouco resultado financeiro, até chegar ao ponto de parar no pronto-socorro com hemorragia devido ao estresse que eu mesmo tinha me imposto por falta de autoconhecimento, autoconfiança e ignorância emocional."
"A proposta de unir emoções, espiritualidade e finanças ainda causa resistência em algumas pessoas. Como você apresenta essa abordagem para quem enxerga o tema de forma mais técnica?"
"Eu apresento essa abordagem fazendo três perguntas a quem resiste a essa realidade:
1. Como você acha que existimos? Como um corpo físico e uma mente somente, ou com corpo, espírito, emoção e mente? Qual seria mais completo e real? Quatro níveis de existência ou apenas dois?
2. Por que você acha que a maioria da humanidade trabalha além do necessário para ter como resultado fracasso financeiro? Você acha que isso é lógico?
3. Com tantas informações técnicas disponíveis nas escolas, internet e agências financeiras ensinando como proceder para adquirir riqueza financeira, por que você acha que a maioria ignora esse tipo de conhecimento e continua sendo explorada e carente financeiramente?"
2. Há muitos exercícios ao longo do livro, todos voltados para destravar crenças e gatilhos internos. Como você selecionou esses métodos e quais foram os que mais transformaram sua própria vida?
Selecionei experimentando cada um deles, pois tudo que compartilho no livro eu testei e comprovei que funciona quando o leitor se prontifica a praticar o que foi sugerido.
Todos, sem exceção, foram métodos excelentes para minha liberdade financeira. Além dos métodos compartilhados no livro, continuo na minha jornada financeira para alcançar um patamar mais elevado do que o normal, para que possa servir de inspiração e motivação para quem ainda pensa que é incapaz de ter riqueza financeira na vida devido à limitação mental, emocional e espiritual.
Somos a combinação de quatro níveis de existência, por isso temos que aprender a tratar todos eles igualmente. Caso contrário, seguiremos desequilibrados financeiramente, como a maioria se encontra.
3. Em que medida contar sua história pessoal — com tanta vulnerabilidade — foi difícil ou libertador durante o processo de escrita?
Às vezes difícil e às vezes libertador. Com a prática e o passar dos anos, contar minhas histórias vulneravelmente se tornou a medida perfeita para uma pessoa que não tem medo da verdade. Pelo contrário, que ama ser "um livro aberto" literalmente. Admiro quem se expõe, pois sempre tive a impressão de que é assim que devo proceder para inspirar e motivar quem está preso em suas ilusões e mentiras que sabotam a liberdade e a verdade.
Ao longo do meu aprendizado, fui percebendo que quanto mais eu expunha a verdade sem rodeios, mais eu me fortificava e me sentia empoderada. A coragem se tornou minha aliada e, hoje em dia, faço o que faço, escrevo o que escrevo sem limitações, porque não me preocupo mais com o que vão pensar. O importante é a minha consciência de que meus leitores merecem a verdade nua e crua, sem rodeios.
Nessas alturas dos acontecimentos, com a idade de 75 anos, não me importa mais o que pensam dos meus altos e baixos, MAS o que podem aprender dos meus erros e voltas por cima.
Descobri que minha missão de vida é contar histórias verídicas que fazem meus leitores arrepiar e refletir sobre suas próprias decisões e resultados. Histórias que façam a diferença na vida dos meus leitores.
Prefiro assim do que me esconder por trás de palavras intelectualizadas para disfarçar o processo emocional tão importante para a evolução humana.
4.Depois de trabalhar com tantas pessoas em processos de desenvolvimento emocional, qual é o bloqueio financeiro mais comum que você observa e que ainda surpreende você?
Ainda me surpreende o fato de lidar com pessoas inteligentíssimas intelectualmente e totalmente imaturas emocionalmente, que nem fazem ideia de que sua criança interior nunca se deu conta dos bloqueios emocionais adquiridos na infância.
Pessoas que trabalham para os outros pensando que essa é a única saída para uma vida de qualidade, mas que poderiam alcançar muito mais caso tivessem tido a educação emocional essencial que todos nós deveríamos ter recebido na escola, mas que nunca foram assuntos tratados como deveriam.
Por isso eu sempre me recusei a aceitar o termo INTELIGÊNCIA EMOCIONAL. Para mim, o que existe é INTELIGÊNCIA MENTAL — as emoções são criadas graças às nossas interpretações mentais.
Exemplo: como você explica AMOR À PRIMEIRA VISTA? Como você explica alguém nunca ter visto aquela pessoa antes e se apaixonar? Você acha isso INTELIGENTE? Claro que não é, já que muita gente se depara com desilusões e arrependimentos por não ter usado a inteligência mental e analítica para se proteger e procurar saber mais sobre aquela pessoa antes de abordar um ou uma desconhecida.
Posso citar mais exemplos fulminantes sobre esse termo que alguém teve a brilhante ideia de criar e a maioria aceitou como um rebanho, sem pensar.
Para finalizar: nós sentimos porque pensamos e interpretamos. Por isso, nossa inteligência mental comanda nossas emoções, que muitas vezes não fazem o menor sentido."
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