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LANÇAMENTOS MAIS ESPERADOS DO MÊS! (08/2020)

15 de agosto de 2020



Fala galera do Porão Literário, tudo certo? O mês MAIS LONGO DO ANO está entre nós... mas não é motivo para ficar desanimado, pois esse mês temos diversos lançamentos MARAVILHOSOS nos aguardando.

Por isso aproveite que esse mês parece ser tão longo quanto o ano todo e se aventure em alguma dessas dicas abaixo!


Sol da Meia-Noite

O SOL DA MEIA-NOITE
Editora Intrínseca

Um dos maiores fenômenos editoriais dos últimos tempos, a saga Crepúsculo narra a icônica história de amor de Bella Swan, uma garota tímida e desastrada, que acaba de mudar de cidade, e Edward Cullen, um rapaz misterioso que esconde um segredo aterrorizante: é um vampiro. Desde a primeira troca de olhares, ele fez tudo para ficar longe dela, mas e se as coisas não tiverem acontecido exatamente assim?

Até agora, os leitores conheceram essa trama inesquecível apenas pelos olhos de Bella. No aguardado Sol da meia-noite, vamos testemunhar o nascimento desse amor pelo olhar de Edward, mergulhando em um universo novo, sombrio e surpreendente, cheio de revelações. 

Conhecer Bella foi o que aconteceu de mais irritante e instigante em todos os anos de Edward como vampiro. À medida que conhecemos detalhes sobre seu passado e a complexidade de seus pensamentos, conseguimos entender por que Bella se tornou o eixo central de uma batalha decisiva em sua vida. Como Edward poderia seguir seu coração se isso significava colocar a amada em perigo? Do que ele seria capaz de abrir mão?


111-o-colecionadorH.H. HOLMES MALIGNO
Editora DarkSideBooks

Em H. H. Holmes: Maligno – O assassino da cidade branca, Harold Schechter, escritor norte-americano de True Crime e especializado no estudo de assassinos em série, constrói um cuidadoso perfil do homem que, à época, foi considerado o mais pérfido dos Estados Unidos. Para angariar dinheiro e poder, e dar vazão a seus diversos golpes e truques, o ambicioso Holmes pavimentou uma trilha de horror com inúmeras vítimas, de crianças a idosos.

Holmes confessou 27 assassinatos, mas muitos mais podem estar em sua conta. Ele construiu um hotel para a Feira Mundial de Chicago, evento criado para celebrar os quatrocentos anos da chegada de Colombo à América. A edificação era um labirinto de portas e alçapões, com armadilhas em diversos cômodos. Neste local, presume-se que Holmes pode ter matado um número muito grande de pessoas que iam à cidade para o evento.

A crueldade calculada de construir um hotel infernal com mais de cem quartos para matar já seria suficiente para garantir o lugar de Holmes na história do crime, mas ainda há uma série de golpes, esquemas, múltiplos casamentos e mais assassinatos a sangue frio.


A CADERNETA DE ENDEREÇOS VERMELHA
Editora Globo Livros

Doris é uma senhora que vive sozinha em seu apartamento em Estocolmo e tem apenas a companhia de Jenny, uma sobrinha-neta que mora nos Estados Unidos, com quem faz chamadas de vídeo semanais que lhe dão muita alegria.

Doris carrega uma caderneta de endereços que ganhou do pai ainda menina e guarda nela os dados de todas as pessoas que conheceu e amou ao longo da vida. Ali ela também registra diversas histórias de seu passado e passa a dividi-las com Jenny para, quem sabe, ajudá-la a superar uma infância difícil. Suas histórias se confundem com os principais acontecimentos do século XX e fazem com que Doris se recorde do homem que foi o grande amor de sua vida e parece estar perdido para sempre. O que ela não espera, entretanto, é que o momento mais importante de sua vida ainda está por vir.

A caderneta de endereços vermelha é um romance poderoso e apaixonante sobre as surpresas que a vida nos reserva e também sobre o poder das histórias que carregamos e a importância de transmiti-las para as próximas gerações.



Cartas para Martin
CARTAS PARA MARTIN 
Editora Intrínseca

Justyce McAllister é um garoto de dezessete anos com um futuro brilhante pela frente. É um dos melhores alunos de uma prestigiada escola de Atlanta, tem uma mãe amorosa e um melhor amigo incrível. No entanto, um episódio de violência policial traz à tona que a distância entre ele e seu futuro é quase um abismo. Porque Justyce McAllister é negro, e isso significa que, muitas vezes, é julgado pela cor de sua pele.

Ao ser agredido e detido injustamente, o olhar de Justyce desperta para um novo mundo, um lugar solitário em uma sociedade que insiste em vê-lo como ameaça ou como promessa de fracasso. Ele se dá conta, então, de que não pode mais fingir que não tem nada errado e decide iniciar um projeto: escrever cartas para Martin Luther King Jr., um dos mais importantes ativistas políticos pelos direitos dos negros, símbolo da luta contra a segregação racial nos Estados Unidos, morto em 1968.


Ao tentar aplicar os ensinamentos de Luther King em sua vida, Justyce começa a trilhar um caminho para entender não só como deve reagir diante das injustiças, mas que tipo de pessoa ele quer ser. Em meio a questões familiares, desentendimentos com os amigos e complicações da vida amorosa, nas cartas ele expõe suas dúvidas, sua angústia, sua revolta e a percepção clara de que a sociedade não é tão igualitária quanto deveria.



No Final Ficam os Cedros por [Pierre Jarawan, Karina Jannini]

NO FINAL FICAM OS CEDROS 
Editora Jangada

Pouco antes de Samir nascer, sua família fugiu do Líbano para a Alemanha. Quando seu pai desapareceu sem deixar vestígios, Samir tinha apenas oito anos. Agora, vinte anos mais tarde, ele parte para o "País dos Cedros", numa viagem que deve unir presente e passado, a fim de decifrar o enigma desse desaparecimento. Com um misterioso slide nas mãos, e as lembranças das histórias do pai na bagagem, ele não tem outra escolha senão se lançar rumo ao desconhecido e viajar para Beirute, berço dos contos de sua infância, para encontrar pistas espalhadas à sombra dos famosos cedros da terra natal de seus pais.

Sua busca o conduz por um país ainda dividido, e em pouco tempo Samir tem a impressão de seguir as pistas não apenas do pai, mas também do efeito devastador que um segredo de família pode causar.



Piano mecânico

PIANO MECÂNICO 
Editora Intrínseca

Em um futuro não muito distante, pós uma nem tão distópica Terceira Guerra Mundial, as máquinas finalmente venceram. Quase tudo foi automatizado e logo a sociedade se dividiu sob um novo sistema de estratificação não mais baseado em dinheiro, mas sim em inteligência. De acordo com seu QI e capacidade intelectual, os indivíduos são classificados e registrados em um cartão perfurado e sua posição social ― um destino de glória ou esquecimento ― só pode ser definida a partir da análise desses dados.

Do lado dos privilegiados ― engenheiros e gerentes ― o doutor Paul Proteus leva uma vida confortável no alto escalão das Indústrias Illium, o maquinário que controla toda a vida da cidade homônima. Sua casa confortável, o prestígio entre os pares, a esposa atenciosa e dentro dos padrões: absolutamente tudo está em seu devido lugar e a ordem impera. A visita inesperada do inquieto e inconformado Ed Finnerty, um ex-colega de trabalho, promove um abalo sísmico em Paul e suas consequências, a princípio restritas à psique, logo se transformam em uma ameaça não apenas ao seu estilo de vida, mas ao de toda a estrutura que o cerca.

Quando atravessa o rio que divide a cidade e suas castas, Paul vê com os próprios olhos como é a vida de quem foi excluído do sistema. Mais do que uma crítica à automação e ao progresso desenfreado das tecnologias, Piano mecânico é um livro sobre o desconforto inerente que toda estrutura social causa ao homem moderno. Escrito logo após a publicação de 1984, livro pelo qual Vonnegut admitiu ter sido fortemente influenciado, a obra compartilha com Orwell a ansiedade do pós-guerra e o medo de que, em tempos de paz, as nações venham a se submeter a níveis potencialmente paranoicos de controle social.



111-o-colecionadorPSICOPATA AMERICANO
Editora DarkSideBooks

Patrick Bateman é um sujeito "aparentemente" invejável. Jovem, bonito, bem nascido e bem educado, ele trabalha em um conhecido banco de investimentos em Wall Street, enquanto passa as noites entre jantares, boates e festa particulares, regadas com todos os aditivos inerentes ao lado mais sombrio da vida noturna de Nova York no final dos anos 1980. Bateman, porém, tem alguns segredos bem guardados. Por trás da fachada de normalidade, possui o instinto de um serial killer, com toda a torpeza, degradação, asco e repulsa que um psicopata consegue provocar. 
Formado em Exeter e Harvard, Bateman também é gourmand, entusiasta do bronzeamento artificial e de infindáveis tratamentos estéticos, implacável crítico de moda e consumidor ávido das últimas traquitanas tecnológicas de então, como aparelhos de som 3x1 e videocassete. Mora em um luxuoso apartamento no Upper West Side, em Manhattan e é vizinho do astro de Top Gun, Tom Cruise. No romance, acompanhamos os dias e noites de Bateman, que seriam banais, não fossem os crimes abjetos e sem razão aparente que ele comete e de maneira que não conseguimos compreender. Sem remorso. Sem piedade. Contra mulheres. Contra mendigos. Contra músicos de ruas. Contra colegas. Contra crianças.
Expressando seu verdadeiro eu através da tortura e do assassinato, Bateman prefigura um horror apocalíptico que nenhuma sociedade suportaria encarar. Uma violência represada, escondida, inaudita, porém insistentemente presente na sociedade norte-americana, como o autor sugere ao descrever o programa de tv favorito do protagonista, The Patty Winters Show, que apresenta trivialidades (como dicas de beleza da princesa Diana), sensacionalismo (“Adolescentes que trocam sexo por crack”) e horror real (assassinos de crianças e neonazistas). 



JOHNNY PANIC E A BÍBLIA DE SONHOS E OUTROS TEXTOS EM PROSA 
Selo Biblioteca Azul (Globo Livros)

Conhecida por seus poemas e pelo romance A redoma de vidro, Sylvia Plath escreveu desde muito cedo para revistas e jornais literários. Seus textos passaram a ser organizados em livro somente quinze anos após a sua morte.

Johnny Panic e a bíblia de sonhos e outros textos em prosa, com apresentação da escritora canadense Margaret Atwood (O conto da aia), reúne os contos reproduzidos na primeira publicação deste livro, em 1977, outros posteriormente liberados pela mãe da autora, além de textos jornalísticos e trechos de seus diários.

Os textos que compõem a obra cobrem um período de 14 anos ― os mais antigos são de quando a autora tinha 17 anos e o último, “Blitz de neve”, detalha os últimos dias de vida de Sylvia.


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Olá leitores e leitoras! Meu nome é Leonardo Santos, tenho 24 anos, sou de São Paulo mas atualmente estou em Minas Gerais cursando Letras! Minha paixão pela leitura começou desde muito cedo, e é um prazer compartilhar minhas leituras e experiência com vocês!

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