24 de agosto de 2020

PRIMEIRAS IMPRESSÕES DE O MAL NOSSO DE CADA DIA



Fala galera do Porão Literário, tudo bem? Voltando com a coluna de Primeiras Impressões aqui no Porão, decidi vir falar sobre minha leitura em andamento, na verdade, uma das leituras! Enfim, o livro é O mal nosso de cada dia, lançamento da Editora DarkSide Books. 


111-o-colecionadorSinopse: Em uma cidade esquecida no interior de Ohio, a esposa de Willard Russell está à beira da morte, não importa o quanto ele beba, reze ou faça sacrifícios e oferendas. Com o passar dos anos, seu filho Arvin, uma criança negligenciada, torna-se um homem frio e cruel. Em torno deles, circula um nefasto e peculiar grupo de moradores — um insano casal de assassinos em série, um pastor que come aranhas e um xerife corrupto —, todos entrelaçados numa viciante narrativa da mais corajosa e sombria lavra americana.

Donald Ray Pollock, o novo autor da DarkSide® Books, promete causar alvoroço nos corações mais frágeis. Ele constrói, com maestria, uma trama hiper-violenta, ambientada no pós-Segunda Guerra, repleta de personagens desagradáveis em um cenário devastador, cruéis o suficiente para cometerem crimes com a casualidade de quem troca de roupa. Mas isso não é tudo. Há muito mais por trás das manchas de sangue, da avareza e da mesquinharia: o desespero e as limitações de uma cidade pequena, a frustração de seus habitantes, a síntese de quem não equilibra luz e sombra dentro de si.

Enfim, comecei essa leitura semana passada e atualmente estou na metade do livro. A narrativa de Pollock me pegou desprevenido já no começo, isso porque ela é bem crua e com personagens bem cruéis... Trama se inicia no período pós segunda guerra mundial nos arredores de uma pequena cidade. Ali acompanhamos primeiramente a história de Willard Russel, que volta da guerra com seus traumas e se estabelece na vila aonde nasceu. 

Ali vamos conhecendo a vida dos personagens que o cerca, e bem, ali é um pior que o outro. 

Aliado a uma narrativa quase que sádica, o autor consegue entregar uns momentos de agonia ao retratar personagens bem trabalhados... Tive um problema na estrutura na história no começo, fazendo com que eu avançasse lentamente. Mas agora que já associei quem é qual personagem acredito que o livro vá fluir bem melhor. 

Também o livro não tem nenhum conflito que se prolongue até o final da história, parece que o autor irá focar em como os personagens lidam com a situação de miséria e crueldade conforme os anos vão passando... 

Estou curioso pra continuar lendo, principalmente para ver qual será o clímax do livro (e se ele vai ter algum clímax). Em breve a resenha completa aqui pra vocês.

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Leonardo Santos



Olá leitories! Meu nome é Leonardo Santos, tenho 28 anos, sou de São Paulo mas atualmente estou em Guarulhos cursando Letras! Minha paixão pela leitura começou desde muito cedo, e é um prazer compartilhar minhas leituras e experiência com vocês!

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