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RESENHA: JOGADOR NÚMERO UM

16 de junho de 2021

 

JOGADOR NÚMERO UM
Autor(a): Ernest Cline
Editora: Intrínseca

Páginas: 432
Ano de publicação: 2021
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Uma aventura nostálgica e futurista sobre as fronteiras entre o real e o virtual, em nova edição de luxo O ano é 2045 e o mundo real é um lugar terrível. Para escapar, a humanidade passa a maior parte do tempo logada no OASIS, uma realidade virtual utópica com milhares de planetas onde as pessoas podem ser o que quiserem e coisas fantásticas acontecem ― magos duelam contra robôs japoneses gigantes, há planetas inteiros inspirados em Blade Runner e DeLoreans voadores podem atingir a velocidade da luz. Wade Watts cresceu dentro do OASIS, brincando com seus programas educativos, e, aos dezoito anos, a plataforma ainda é a melhor parte de sua vida. Mas está em risco, graças à Caçada. Quando o excêntrico criador do OASIS morreu, deixou para trás um concurso para definir seu herdeiro. O primeiro usuário que desvendar as pistas, vencer uma série de desafios e chegar ao Easter egg ganhará a vasta fortuna do bilionário e o controle total da plataforma. Milhões de pessoas entram na disputa ― inclusive Wade, que passa a estudar obsessivamente a cultura pop dos anos 1980 que o criador adorava ―, mas também funcionários de uma perigosa corporação, que pretende limitar o acesso à plataforma. Cinco anos se passam sem que ninguém consiga desvendar a primeira pista. Até que o nome de Wade sobe para o topo do placar. De repente, o mundo inteiro está assistindo, e novos rivais o alcançam: Art3mis, Aech, Daito, Shoto e, o pior de todos, Sorrento. Aos poucos, fica claro para Wade que a competição virtual tem riscos muito reais. E a única forma de sobreviver e salvar o OASIS é ganhando.  

 

Fala galera do Porão Literário, tudo certo? Hoje minha resenha é do livro Jogador Número Um, lançado pela editora Intrínseca O livro é de autoria de Ernest Cline, tem tradução de Giu Alonso. 



O futuro é tenebroso. Estamos em 2045 e a humanidade sobrevive com aquilo que é dado a ela; os recursos naturais estão mais escassos que nunca e a fome e miséria assola grande parte do planeta. Uma das únicas distrações que as pessoas tem para se alegrarem é o OASIS. 

Designado para ser uma plataforma de realidade virtual, o OASIS guarda em si inúmeras possibilidades: ali você pode ser o que quiser! Seja um mago extremamente poderoso, um guerreiro destemido ou um ladrão dos mais habilidosos. Como um jogo online, o OASIS é extremamente vasto, tendo diversos planetas e ambientes para você poder desenvolver seu personagem. 


É nesse mundo que Wade Watts cresceu. Jogador assíduo do OASIS, sua realidade foi integrada ao imaginário criada pela empresa do jogo, que mesmo após a morte do seu fundador e criador do jogo, James Halliday, consegue se manter firme no mercado. No entanto, Halliday deixou tudo bem planejado para a empresa depois de morrer, isso por conta da Caçada. 

Realizada pelo próprio Halliday, a Caçada é nada mais nada menos do que uma caça ao tesouro. O criador do jogo deixou uma série de dicas que vão levando os jogadores interessados em uma trajetória através dos mundos e referências dentro do jogo até o prêmio final, e bom, qual é o prêmio? As ações da empresa mais rica de todo o planeta Terra. 

Cinco anos se passaram sem ninguém descobrir uma pista nova, todavia isso muda quando Parzival, nome de usuário de Wade, acaba aparecendo em primeiro no placar geral da busca. Ele descobriu uma pista e isso movimenta a Caça novamente, o colocando nos holofotes de muita gente gananciosa. 


Bom, essa foi uma releitura de Jogador Número Um... A primeira vez que eu li esse livro foi em 2012, acredito. E agora, quase dez anos depois, foi muito bom revisitar o universo do qual eu fiquei VIDRADO na minha adolescência, principalmente nessa edição espetacular lançada pela editora Intrínseca! Mas vamos com calma, quero falar o porquê que esse foi um dos meus livros preferidos da minha adolescência. 

Referências a cultura pop, uma série de personagens apaixonantes em uma narrativa futurística e distópica... Tudo isso casa perfeitamente na escrita de Ernest Cline, e do melhor jeito possível o autor conseguiu criar uma história que se mantém divertida até hoje. 


Muito dos gostos e preferências do autor foi espelhado no falecido dono da OASIS e isso fica claro, pois várias das dinâmicas e jogos que fazem parte da Caça são de clássicos dos anos 80, então sim, você vai encontrar muitos easter eggs dos filmes De volta pro futuro, Blade runner e muitos outros. 

Eu como grande fã desses títulos me deliciei muito ao fazer essa releitura, e mesmo se você não conhecer nenhum desses títulos, provavelmente vai sair correndo pra assisti-los depois de terminar a leitura! 

Essa edição da Intrínseca está MARAVILHOSA! De verdade, acredito que essa seja a edição mais bonita que eles já fizeram pra algum livro, além de contar com pintura trilateral e capa dura, toda a diagramação do livro está perfeita, me fez entrar na história de uma forma que eu não consegui fazer na primeira vez que li! Vou deixar mais fotinhos aqui pra vocês apreciarem essa OBRA DE ARTE! 

 

Um comentário:

  1. Leo!
    Confesso que tinha uma visão diferente desse livro e por isso, nunca tive muita vontade de ver. E quem bom ler sua resenha, porque pude mudar de ideia ainda mais por ter referências dos anos 80, tão importante para minha adolescência.
    cheirinhos
    Rudy

    ResponderExcluir



Olá leitores e leitoras! Meu nome é Leonardo Santos, tenho 24 anos, sou de São Paulo mas atualmente estou em Minas Gerais cursando Letras! Minha paixão pela leitura começou desde muito cedo, e é um prazer compartilhar minhas leituras e experiência com vocês!

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