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CRÍTICA: X-MEN FÊNIX NEGRA (2019)

16 de junho de 2019




Fala galera do Porão Literário, tudo bem? Há poucos dias estreou um novo capítulo da saga de mutantes mai famosa do cinema. Não é exagero dizer que X-Men se consolidou ao longo dos anos como uma das maiores franquias adaptadas dos quadrinhos. Entre filmes ótimos e medianos, chega aos cinemas a segunda adaptação da saga da Fênix Negra, desta vez ambientada nos anos 90 com uma nova proposta, mas e aí, será que é boa? 

Confira a resenha sem spoilers logo abaixo!

Agora os X-Men são famosos, após os eventos de Apocalipse, Xavier parece ter conseguido estabelecer o seu time como heróis nacionais. Com uma boa parceria com o governo, o presidente pede ajuda dos X-Men em uma missão de resgate: um grupo de astronautas perde o controle da nave após uma onda cósmica entrar em contato com a nave. A equipe é acionada, entretanto Jean consome toda a substância na tentativa de salvar a equipe e retornar para a terra após o resgate. Mesmo com a missão tendo sido efetuada com sucesso, algo está diferente em Jean e seus poderes crescerem vertiginosamente é apenas um sinal do que está vindo...

Não é segredo pra ninguém que eu amo muito a saga X-Men, mesmo não sendo fã do filme antecessor (X-Men Apocalipse), minha expectativa para o novo (e talvez, último) capítulo da franquia era bem alta, afinal a saga da Fênix é uma das mais famosas quando o assunto é X-Men. Mesmo já tendo sido adaptada a alguns anos em X-Men Confronto Final, a falta de aprofundamento na personagem que deveria ser a principal (Jean Grey) foi ofuscado por tramas secundárias, como a questão da cura mutante e a imponente figura de Wolverine, que acabou tomando um pouco do protagonismo. Tais elementos poderiam ser corrigidos nesta nova adaptação, e parte deles foram. 

Após a saída de Bryan Singer (responsável pelo excelente Dias de um Futuro Esquecido e pelo péssimo Apocalipse), um novo diretor assumiu a franquia em seu momento mais decisivo, tal escolha (juto com todas as refilmagens que o filme precisou passar), pode ter sido um empecilho para estabelecer uma continuidade narrativa, e isso é percebido pelo telespectador. Algumas cenas são jogadas a esmo na tentativa de oferecer mais ação para o filme e deixá-lo mais dinâmico, mas algumas oferecem o efeito contrário, deixando-o mais cansativo. Isso explica a quantidade de cenas de ação, que, mesmo bem realizadas, demonstram o quão confuso o roteiro se torna em alguns pontos. 
Além de confuso, o roteiro pode soar raso para alguns fãs, já que em X-Men Fênix Negra não sentimentos tanto o entrosamento de alguns dos personagens que tanto amamos. Senti falta de diálogos mais intensos que fizessem jus ao desenvolvimento de três filmes com esse elenco, muitas vezes parecia ser superficial demais. Entre esses personagens, creio que o desenvolvimento da vilã foi o que mais sentiu essa carência. 

Esses problemas listados são importantes, entretanto os pontos positivos também existem! Entre elas, a questão técnica realmente merece uma salva de palmas, as cenas no espaço são lindas, assim como muita das outras cenas de ação do filme. Além disso, achei o final bem condizente com toda a franquia, um detalhe bem interessante são as referências a vários momentos icônicos dos outros filmes, o que estabelece um fator de nostalgia.

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Olá leitores e leitoras! Meu nome é Leonardo Santos, tenho 24 anos, sou de São Paulo mas atualmente estou em Minas Gerais cursando Letras! Minha paixão pela leitura começou desde muito cedo, e é um prazer compartilhar minhas leituras e experiência com vocês!

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